Simular, esta página
Você digita o throughput que já conhece. Serve para uma conversa rápida, para testar cenários e para o caso em que o histórico está na sua cabeça ou num relatório fechado.
Pare de dar um número único e otimista. Simule milhares de futuros a partir do seu throughput real e comprometa-se com um nível de confiança.
Quando um projeto fica pronto? Em vez de um chute único, o Monte Carlo sorteia milhares de futuros a partir do seu throughput histórico e devolve probabilidades honestas.
Dois números bastam para começar. Nenhum deles precisa de estimativa por item.
Quantos itens a sua equipe concluiu em cada uma das últimas semanas. Vale contar no quadro, no relatório da ferramenta ou na planilha. Não precisa ser bonito, precisa ser real.
A contagem do que ainda precisa ser entregue. Itens, não pontos nem horas: a simulação trabalha com quantidade concluída por período.
A simulação devolve p50, p85 e p95. O p85 é o número para levar à conversa: ele acerta em 85 de cada 100 cenários sorteados a partir do seu próprio histórico.
Estimativa por analogia falha por um motivo estrutural: ela pressupõe que o futuro se comporta como o caso médio. Trabalho de conhecimento raramente se comporta assim. A entrega depende de quanto o time conclui por período, e essa quantidade varia por causa de férias, incidente, dependência externa e item que veio maior do que parecia.
A simulação de Monte Carlo não tenta eliminar essa variação, ela a usa como matéria-prima. Cada rodada sorteia semanas do seu próprio histórico e monta um futuro possível. Depois de alguns milhares de rodadas, existe uma distribuição de datas, e daí saem os percentis.
É por isso que a resposta vem em três números. Um deles não é “o certo” e os outros dois erros: cada um carrega uma chance diferente de acontecer. Quando alguém pedir uma data só, a pergunta que falta é qual risco a pessoa está disposta a correr.
As duas fazem previsão probabilística. Muda de onde vêm os dados.
Você digita o throughput que já conhece. Serve para uma conversa rápida, para testar cenários e para o caso em que o histórico está na sua cabeça ou num relatório fechado.
Você sobe o CSV do board e a ferramenta calcula throughput, tempo de ciclo, percentis e a previsão. Serve quando existe histórico exportável e você quer o retrato completo.
Grátis para blogs, wikis internas e materiais de aula. Cole o código na sua página: a calculadora roda no navegador de quem usa, sem cadastro.
É simular milhares de cenários possíveis usando o seu throughput histórico. Em vez de um número único, você obtém uma distribuição de datas com probabilidades.
A quantidade de itens a entregar e alguns valores de throughput passados, ou seja, itens concluídos por semana. Quanto mais histórico, melhor.
A mediana acerta só metade das vezes. O percentil 85 é o equilíbrio comum entre otimismo e segurança para se comprometer com o cliente.
Com seis a oito semanas já dá para simular. Abaixo disso o resultado balança muito, porque a amostra não capturou a variação normal do time. Acima de doze semanas o ganho é pequeno, e histórico antigo demais pode descrever um time que já não existe.
Não, e essa é a vantagem do método. A simulação usa quantidade concluída por período, então itens de tamanhos diferentes já entram na conta pela própria variação do throughput.
A previsão vale para a quantidade de itens que você informou. Escopo novo pede simulação nova. Refazer a cada duas semanas é mais útil do que defender a data antiga.
Serve. A conta depende de quantos itens a equipe conclui por período, não do método usado para organizá-los.
Pode, com uma condição: diga junto qual é a probabilidade. Prometer o p85 e explicar que ele acerta em 85% dos cenários é honesto. Prometer o p50 sem dizer nada não é.
O analisador lê o arquivo no seu próprio navegador e calcula throughput, percentis e a previsão sem você digitar nada.
Abra direto da tela inicial, em tela cheia, como um aplicativo.
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